Achei muito profundo e a pura verdade este texto, e compartilho-0 aqui.
Texto retirado de http://www.oarquivo.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=2153:o-principio-9010-&catid=73:qualidade-de-vida&Itemid=427
| O Principio 90/10 |
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Publicado em Sem categoria | Tags:principio 90/10
O site dos megariders está fora do ar desde o dia 23 de fevereiro.A equipe de ciclistas de longa distância adquiriu fama nacional por suas viagens acima de 150km em menos de 24h, no estilo Audax, no estado do Rio de Janeiro, sem apoio nenhum, filmando, tirando fotos, gerando relatos, e pondo no site desenvolvidos por eles. Infelizmente, todo esse trabalho e superações está, atualmente, fora do ar.
As causas se devem exclusivamente ao provedor INSITE, que não deu os devidos suportes técnicos referidos. Ao invés disso, viajaram de férias, voltando após o limite de pagamento para mais 1 ano de atividade.
O problema é que os megariders queriam 3 a 5 anos (refazer um contrato ainda mais vantajoso para o INSITE), mas a falta de comunicação gerou desavenças e chateações para os megariders.
Os megariders resolveram colocar seu vasto banco de dados e filmes/fotos de suas viagens em sites americanos. Em breve, o site deverá voltar ao ar.
A equipe agradece a todos pela compreensão, e pede desculpas. Há casos em que foge ao controle dos megariders, assim como os terremotos do Haiti e Chile. É Preciso, sempre, estar ativo e em constante crescimento.
Enquanto isso, a equipe garante: estarão fazendo contatos e mantendo suas atualizações no TWITTER (www.twitter.com/megariders), facebook (www.facebook.com/megariders) e outras mídias.
Assim, eu, Ivan Rolim, como líder atual, proponho-me a receber requisições, críticas e possíveis contatos por aqui no blog.
Ivan Rolim
Publicado em Megariders (ciclismo) - Notícias | Tags:derrubado, fora do ar, hacker, ivan rolim, manutenção, megarider, megariders, offline, site
Resolvi por, aqui, a REVIEW da câmera digital mais badalada por ser uma POCKET CAM barata, e com suporte a HIGH DEFINITION (1280×720): a kodak zx1. Qualquer um pode tê-la, já que no Brasil, o preço varia de R$300 a R$500, e nos EUA, $100 a $150.
A review foi enviada para a equipe MEGARIDERS (www.megariders.net) de ciclismo de longa distância, já que eles precisam de novas câmeras para filmar cada vez mais desafios, em movimento!
Minha opinião envolve 3 itens:
-DURAÇÃO DAS PILHAS E BATERIA
-VANTANGES
-DESVANTAGENS
-DURAÇÃO DAS PILHAS E BATERIA:
Nesse formato (HD 60fps), a cada minuto, a câmera usa até 100mb. Com 1gb, filma-se 10 minutos. Com o SD de 32gb, 320 minutos! Porém, 2 pilhas AA da kodak duram apenas 20 minutos. Com a Klic 8000, durou 40 minutos.
Seria preciso levar 30 pilhas AA no mínimo, para que se possa usar os 320minutos nos 32gb do cartão SD! Caso use a Klic 8000, seria preciso ‘apenas’ 9 delas, pelo menos.
VANTAGENS DA MÁQUINA:
1- O formato HD (1280×720) com 60fps, da Kodak, tem realmente qualidade fabulosa! Nunca vi nada igual, e olhe que utilizei máquinas como CANON e SONY. Na TV de LCD, acima de 40 polegadas, é bem agradável assistir! Para comparar, são como jogos 3D como o Quake4 e Counterstrike em alto FPS e na configuração ‘extra máxima’ de qualidade.
Esta é realmente a VANTAGEM MAIS MARCANTE desta câmera, que é muito acessível a este preço. As HD e Full HDs profissionais custam até 10x mais!
2- A câmera é durável. Pode-se derrubar, sem medo. Podem ser até mesmo aquelas quedas de 2 metros de altura, onde a tampa se abre e as pilhas caem! É só unir tudo de novo e voilá! Ela está pronta para um grande dia! (mas não vá ficar derrubando! Nada é invencível, e experimentar quedas grosseiras, com força, ou alturas como 10, 20m, ou mesmo deixando carros passarem por cima, é querer demais!)
3- O som tem qualidade que chega a ser cristalina. São 44khz. Na TV, também perfeito! Mas esteja certo que é MONO.
4- Os botões são macios e emborrachados. À primeira vista, pode-se dizer que raramente poderá dar problemas como mal contato ou perda de botões, como costuma ocorrer com outras pocket cams (exemplo: AIPTEK DV)
5- É resistente a àgua. Não a coloquei debaixo dágua, mas a usei sob chuva moderada, e nada de diferente ocorreu (como mal contato). A lente pode ficar embaçada, caso a limpe com pano frio, mas logo fica normal.
DESVANTAGENS:
1- Apesar de suportar HD 60FPS, a câmera fica lenta, como se estivesse em 20fps, em ambientes de baixa iluminação.
Para filmar à noite, é preferível deixar HD (30fps). Mesmo durante o dia, no caso de você filmar o sol, depois o céu, depois uma rua, e depois dentro de casa, o FPS pode chegar a 10! Isto destrói a maciez e a velocidade dos 60fps!
Não há como configurar o auto balanço de branco. Se houvesse como, a máquina talvez não diminuísse os FPS em baixa luz.
2- A máquina NÃO tem estabilização de imagem, e isso chega a incomodar realmente. Até mesmo ao caminhar devagar, as tremidas podem causar dor de cabeça e inclusive náuseas. Tenha uma mão firme, use tripé ou apoie a câmera em um local fixo. Tudo é prática.
Seja de dia ou à noite, se estiver tremendo muito, como numa bicicleta em buracos, em alta velocidade ou mesmo cansados, com a mão formigando, o vídeo pode ficar irreconhecível, pois, se houver 60 quadros diferentes por segundo (60fps) ficará mais do que borrado.
3- o zoom não é macio. Ele vai ‘em degraus’, cada vez mais próximo. E é muito curto: 2x. Em vídeos de ação mostradas na web, pode ficar deselegante. Para evitar, edite o vídeo (no movie maker, por exemplo), tirando essa parte de aproximação ou afastamento.
4- O menu não é amigável. Tem ícones em que é preciso decorar. Para acessar as configurações da máquina, tem que pressionar dois botões, o da esquerda embaixo, e o da direita embaixo. Cuidado com o item ‘Format’: Não é a configuração do FORMATO do vídeo, e sim a FORMATAÇÃO INTEIRA DA MEMÓRIA!! Este botão não tem ‘UNDO’ ou ‘Desfazer’! Se apertar, perde tudo!
O MANUAL é praticamente inexistente. Não fala muito sobre o que ela faz. E tampouco as durações da pilha e a quantidade de tempo que um cartão de memória de 8, 16 e 32mb suporta, seja em VGA, HD ou HD 60. O site da Kodak chega a falar em ‘até 10h’, mas não está claro se é em modo VGA.
5- A câmera NÃO indica quantos megas faltam na memória. De repente, ela indica que está cheia, e pouco se pode fazer. Leve memórias extras.
6- As melhores pilhas AA duram até 20 minutos no HD, 60FPS (Sony, Duracell, Panasonic e Enerloop). Há pilhas recarregáveis (como a GP, Tenergy e outras) que não mal dura 15 minutos! Cuidado com pilhas falsificadas com o mAh menor que o especificado e a febre da falsificação da Sony. Pilhas AA com menos de 1300mAh, mostrados em carregadores com LCD, já indica que a máquina pode até nem acender, de tão fraco a pilha é!
A bateria CVR da Kodak (suportada nesta câmera) aumenta para 30 minutos, e caso use a Klic 8000 recarregável (também suportada) vai até 40 minutos, mas é preciso ter um carregador especial para cada tipo de bateria!
7- A lente tem o vidro frágil! Se ficar deixando-a na mesa ou superfície porosa ou irregular, sem proteção, com a lente para baixo, durante muito tempo, poderá riscar, e ela ficar inutilizável. Será preciso levar à assistência, para recuperar o vidro ou mesmo trocar a câmera! NÃO HÁ PROTEÇÃO PARA ESSA LENTE à venda, até a conclusão desta review.
8- O som tende a sair com um chiado agudo (é como um ‘HISS’ fraco, como de uma cobra ao longe, ou ‘cigarras’). Muitas câmeras estão saindo com este problema.
O chiado, na maioria das vezes, não incomoda, já que o som é cristalino (gravado a 44khz) e a voz ou barulho de veículos abafa o chiado. É só pedir para trocá-la, no suporte técnico, caso esteja na garantia. Mas verifique com as lojas, pois tem locais que trocam imediatamente, mediante envio, em até 30 dias. Do contrário, tem que fazer uma requisição diretamente na Kodak!
9- Ás vezes, depois de usar a saída HDMI na televisão/PC, quando se põe para filmar de novo, estando no HD 60, ela começa a filmar como se estivesse HD 30, e com qualidade menor (???!!!). É preciso parar a filmagem, e selecionar, com a seta esquerda/direita, o modo HD 60 novamente, passando por VGA e HD30. Isso é para dar um ‘refresh’ na máquina e ‘ativar’ a filmagem macia de 60fps corretamente.
Assim, é bom, sempre, ao usar a câmera por periodos prolongados, selecionar novamente HD60, para ‘reforçar’ que está naquele modo, a cada 10 filmagens, por exemplo. Principalmente se, entre as filmagens, você está pondo cabos (USB ou HDMI) para ver o vídeo ou transferir arquivos.
10- A câmera NÃO funciona no modo USB sem as pilhas. Portanto, além de ter pilhas para filmar, você tem que ter pilhas para descarregar os arquivos no PC!
11- Ao assistir no computador, ATENÇÃO! O formato HD 60fps é pesado. Ainda mais no formato .MOV. É recomendável ter um bom hardware (como nvidia geforce x6, x7 e x8, que tem PUREVIDEO, usando a GPU da placa para processar, ao invés da CPU), ou uma CPU maior que Pentium 4 3000mhz single core. Senão, converta, antes, para MPEG2 (codificação H.264), ou mesmo WMV. Só não esqueça de por, na conversão, para manter os 60 FPS e a resolução HD (1280×720).
12- Na filmagem, se apertar algum botão, o som sairá na gravação, exceto os botões de zoom.
13- A lente tem uma NARROW AREA, isto é, uma área estreita de alcance. É como se ela já começasse a filmar e tirar foto com um ‘zoom’ 2x padrão. Não dá para modificar esta configuração. Ela foi feita para filmar paisagens, ruas e locais mais amplos e distantes (mas não tão distante, pois o zoom é curto). Ao tentar filmar em um corredor estreito, ou o rosto, por exemplo, estes podem tomar mais de 70% da tela, dando uma impressão inclusive claustrofóbica e mostrar o que não deve (aquela sujeira, aquela espinha….) Mas nada que quebre o encanto do HD. Então lembre-se, esta é uma câmera para locais abertos!
14- A saída USB não é MINI USB, mas uma saída proprietária da Kodak. Conclusão: se você perder o cabo, vai precisar comprá-lo em lojas Kodak ou no exterior. A saída 5 volts existente sugere o uso de uma fonte para operar a câmera via USB (já que não acessa o PC sem pilhas). E nada é informado se a fonte carrega as pilhas internamente.
15- Há infravermelho (!!!??) mas não há ainda documentação a respeito e para quê serve (informação dada em fevereiro de 2010).
Embora com tantas desvantagens detectadas, é uma câmera fabulosa para quem capta imagens fora de casa durante o dia e quer registrar momentos em alta qualidade com amigos, família e nos esportes, para editá-los e guardá-los em um DVD/BlueRay. Muitos efeitos podem ser aplicados aos vídeos como ZOOM e PAN que ficam profissionais, devido ao esbanjo de qualidade, reconhecida da Kodak.
Uma observação: embora possa enviar o vídeo para o youtube, seja pelo software interno, ou convertendo para FLV/MP4/AVI/MPEG/WMV e enviando pelo site, até o presente momento (2010) o youtube não aceita 60fps, e sim 30. Ao fazer upload, seu vídeo pode até mesmo não ficar 720p (que é 1280×720), e sim menor (320p). Lembre-se que o youtube só aceita até 10 minutos, e ele tende a modificar a qualidade após o 5°minuto. Recomenda-se editar em aplicações como Windows Movie Maker ou Virtuadub com suporte a .MOV, e salvar em Avi DIVX 6 para o youtube poder aceitar 720p.
Embora com estas desvantagens detectadas, a máquina é recomendadíssima, talvez a melhor das pocketcams com este poder HD 60fps!
Um grande abraço a todos, e boa compra!
Ivan Rolim – www.megariders.net
Ciclismo de Longa Distância
Publicado em Megariders (ciclismo) - Notícias, Reviews/Opiniões | Tags:1280x720, câmera, desvantagens, FULL, HD, ivan rolim, kodak, megariders, opinião, review, sony, vantagens, z1x, zx1
Aqui deixo registrado os melhores e piores momentos de 2009 para mim.
MELHORES:
-Pedalei mais de 6000km, 4000km deles em Megarides e Audax. Nunca havia pedalado distâncias tão absurdas, e sempre filmando, tirando fotos e postando no site dos megariders. Além de 3 pedaladas acima de 400km em menos de 24h, superei-me indo de Cachoeira Paulista até Curitiba-PR, no dia 28 de abril de 2009, fazendo 628km em 25horas, sem dormir. Conheci muitos amigos nos Audax, e por pouco, não faço o Audax de 1000km no Rio Grande do Sul. Marcus Cavalcanti entra na equipe megariders, e com ele, faço Rio-São Paulo, PEDALANDO, em 25 horas, saindo em jornais e em vários blogs, como MULHER DE CICLOS (carioca).
- Devido muito às pedaladas, aprendo a editar vídeos de forma mais profissional, dedicando tempo e estudos. Quem sabe, eu não seria um promissor diretor de cinema? Mas nada vem de graça. Muita luta, e muitos erros ainda para corrigir! Fiz mais de 20 vídeos para a equipe megariders (veja a lista de vídeos no youtube AQUI)
- Temperaturas, no inverno, que chegaran a 4°C, em Cachoeira Paulista. Foi uma frente fria tão intensa que me fez sentir na Europa. Muito vinho, chimarrão, e cooper nas redondezas!
-Melhorei (praticamente venci) a situação de 2008, devido a decepções amorosas de S.K (não falarei o nome dela). Não vale a pena. Mas ela morava em Curitiba, e isso me fez abrir mais o leque para conhecer outras pessoas, da mesma cidade (por isso, resolvi ir lá novamente, para ‘novos ventos’ e não lembrar dela, ao lembrar ‘Curitiba’. E consegui.).
Agora, sou mais desapegado, e procuro curtir, sem muito romantismo, até que, naturalmente, a necessidade de se viver juntos e de criar um mundo só dos dois, surja. Caso contrário, é preciso entender que a vida é para ser vivida com responsabilidade, mas com momentos de diversão e desapego.
PIORES:
- Não é considerado pior, mas por eu não ter continuado o mestrado, nem pos graduações, e estudos mais complexos, senti-me mais parado este ano. Embora precisasse ‘desligar-me’, o distanciamento do mundo empresarial me fez buscar ‘bicos’, e serviços autônomos. É interessante, porém não consigo o reconhecimento que busco.
- A bebida de meu pai (alcoolismo) que chegou ao ápice próximo ao reveillon de 2009, quando meu pai fala que quer matar a mim e à minha mãe, empurrando-a e falando palavrão. Isso gerou uma reviravolta tremenda, inclusive com processos na lei maria da penha. Mas o caso não foi adiante, e minha mãe agora dorme em quarto separado. Estou do lado dela, porém a sua fraqueza é tanta que é capaz dela voltar para ele, o que me fará ficar mais distante de minha família (a família está atualmente dividida, tanto na questão territorial quanto de interesses e hábitos).
- Foi o ano que, em mais de 70% das vezes que conectava à internet, usava o modem discado para ler, atualizar blogs, e até enviar arquivos de vídeo! E não era 50kbps….era 20 a 30kbps! Havia vídeos que passava 24h enviando, e só faltava colocar o PC em modo de espera para economizar energia. Corajoso? Rs….. paciência, mesmo!
Um grande abraço a todos e que venha 2010!
Publicado em Fases/Etapas/Desafios | Tags:ivan rolim, megariders, retrospectiva 2009, youtube
E assim, termina 2008 para Ivan Aedler. Um ano mais desafiador e com terremotos do que 2006 e 2007 juntos!

Um ano em que tanta coisa ocorreu em minha vida, com lutas constantes; estudos; idas e vindas até a pé para o trabalho (6km de distancia); noites mal dormidas (em muitas, so dormia 5 horas, em algumas, 3 horas!); a crescente aversão à cidade do Rio de Janeiro (não só pelos crimes mas pelo calor, pela falta de contexto e pela tendência à liberalidade); o mestrado que foi cancelado no primeiro semestre…
Sem contar tristezas por me decepcionar com pessoas que dava muita atenção, mesmo conhecendo mais pela Internet, e que tanto esperava (mesmo que eu não estivesse tão bem), e me esforçando sobremaneira, só para que me visse pelo pior lado, usasse a minha morada para curtir, visse novelas na TV que eu havia posto para ela, bebesse durante a noite com os amigos para falar de mil coisas, e ainda me ferir forte, achando puramente normal…
Às vezes levantamos as vozes, mas o que ocorreu não cabe dizer aqui. Para ela, ‘foi tudo tranquilo, uma fase que passou, “querido” ‘, pois eu notei naquele momento que, para ela eu era ‘o amigo especial e nada mais’. Havia ajudando-a a fazer a prova e dei uma moradia. Inclusive fui para o quarto menor, enquanto ela ficou no maior.
Só que isso tudo me fez refletir… não sabemos, mesmo na evolução humana, distinguir amigo especial de amor, ainda mais quando, no sul, é normal se ter ‘amigos especiais’, de onde se fala ‘querido’ comumente….além de que o ‘especial’, para mim, significa o começo de um grande amor, onde ambos se preenchem. Mas a outra só me queria para ….falar dos problemas dela? Pedir conselhos? Que eu fosse a mão que acalmava? O que fica sempre presente a ajudar?
Por que não disse a verdade antes? Por que usou a palavra ‘amigo’ um dia antes de vir, depois de ter fomentado tanto amor, seja pela Internet, telefone, ou à única vez que pude ir no sul? So para aproveitar-se?
Parece que a natureza (DEUS NAO CASTIGA!) não a perdoou, pois, por falta de comprovantes, não a deixaram fazer a prova de um concurso que faria, o que pode ter nos deixado ainda mais frios (a raiva interior dela, o achar que eu não a queria lá, a ausência de contato,..) Mas por que descontar em mim? Ela não sabia que eu havia me dedicado à ela? Que estava com o coração aberto? Precisava agir daquela maneira, me fazendo inclusive chorar em sua frente? Me trocaria pelos amigos? Precisava tirar fotos sensuais na praia para mostrar no orkut?
Eu a perdoei. Ela é humana. Eu também sou. Todos buscam melhorar. Mas tudo será a mesma coisa? Será que eu ainda quero a presença dela? É difícil… Talvez ambos precisariam mudar muito…caso quisessem mesmo amar… Um chamou o outro de ‘máscara’. Um queria que o outro fosse o que sonhava, talvez, ou parecido…Mas deu para conversarem, de fato? Mal se sabe que tudo podemos ter quando se batalha juntos, mas é preciso transparência, e claro, demonstrar. Mesmo que seja ‘voce nao olha para mim, eu cheguei aqui!’. Infelizmente, a forma como ocorreu deu a entender que fui magoado e mais ainda, fui um idiota.

Observei que ela detestou o Rio, e só viu as qualidades negativas da cidade (‘suja’ e ‘pobre’). Mal sabe ela que também vivo no Rio por necessidade…mas nem por isso, eu ’detono’ a cidade… mas se Deus/Nossos ideais nos deu um lugar para investir no intelecto, deve-se aceitar e com regozijo. Tanta gente em situação que deprimiria até governos ditatoriais, tantas catástrofes, como o que ocorreu em Santa Catarina… E perdas de entes queridos…
Enfim, somos felizes em qualquer lugar, basta ter um espírito forte. E nunca parar. O amor vem do Alto e de duas pessoas que se entendem e vivem a dialogar, e não do ambiente em que está. Isto pouco importa. Ambos podem melhorá-lo, com afinco ao trabalho e à transparência entre os dois.
Vai ser difícil acreditar em uma mulher loira, meiga (ou que aparenta ser), jovem solteira, que seja formada/na faculdade (vida de trabalho e crescimento), seja ‘mágica’ (emoções+cultura), não pense em ter filhos (ou queira apenas um, em uma vida superior), e do sul (ou que adore frio)…. Ok, soa exigência? Não! Soa compatibillidade! Quem me conhece, sabe que faço o que poucos fazem. Para encurtar: remo contra a vasta maré da curtição e de uma vida medíocre.
Se garotas carinhosas, sem ter algumas qualidades acima, se sobressai… será muito mais valorizada e, pelo amor, eu cedo algumas qualidades, e ela cederia também. Só o amor eleva os espíritos. São felicidades aquém dessa vida de modismo e saideiras. Está em outro plano, que apenas grandes pensadores conseguem presenciar, e ainda parcialmente.
Sei que, diante de tudo acima, seja normal que comecemos a generalizar, quando ‘aquela’ que você se dedica tanto, ri de sua cara ou demonstra mistérios demais (mas no fundo não quer nada com você). Quanto pior a decepção, menos acreditamos… mas há de se recuperar… basta que o vento bom e de intensidades abafe o vento tenebroso. E nada melhor que os estudos, as artes, ou mesmo uma nova garota. Nesta situaão, ela ganhará muito valor, não pelo dinheiro ou pela ‘boa pinta’ mas pelo coração bom, o qual é o que mais vale nessa vida, e se mantém sereno em todos os momentos, até quando a vida corre risco, e perdas são inumeráveis.
Mas enfim….continuando porque não vale a pena extender-se nisso….
Houve mais comparações da tendencia da ‘moda’ e dos desejos sociais baseados na tecnologia e novidades, que mais diminuía minha auto-estima… É a ‘síndrome de se viver em grandes cidades’. Ser urbano nem sempre é ser moderno e cosmopolita. A ‘onda’ que o povo segue e eu não sigo, como a tendencia de sempre comprar itens novos (carros, computadores), só porque ‘se sente superior’, ‘o sujo é para ser jogado fora’, ‘o que é antigo não presta mais’, e as reflexões pessoais diante de outros: o que eu teria de errado, será que estou menos apresentável, se meus óculos são antiquados (todos usam lentes), se eu deveria ser um gerente, e não um desenvolvedor de sistemas ou mesmo um digitador nas horas livres…. ou mesmo lutasse para ser um playboy com muito dinheiro, se eu pintaria meu cabelo de loiro… fosse mais Don Juan….
Ou, talvez, se continuar uma vida de decepções, ser um cafajeste (no sentido mesmo, não acreditando mais no amor, muito menos em demonstrar carências, tornar-se o homem mais influente/dedicado/independente de si, porém o mais difícil de segurá-lo).
Pensar ‘em mil coisas’ chega a ser normal (em busca de valorização), mas essas épocas em que nos sentimos em baixa, não se merece… é perda de tempo.

É tanto que, logo depois de tais reflexões, volto-me a si e digo ‘Não. Não devo me comparar. Já me satisfaço. Minha personalidade nunca esteve tão forte. Quem não se dá bem com ela, procure outra. Tenho amigos e família que me reforça. Até mesmo pessoas desconhecidas que vêem a minha luta, o meu lado espiritual. Tenho talentos, tenho pontos fortes. Não teria graça ser perfeito. Não teria graça viver para me mostrar aos outros. É fácil viver….apenas viva!’
Mas eu vivi realmente 2008, no quesito espiritual?
Mesmo com tanto sobe-e-desce, houve vitórias dos esportes intensos (os chamados megarides) e o ato de encarar empregos com força (hummm, se bem que encarar solteiro é mais fácil do que com mulher e filhos…). Mesmo assim, os projetos foram bem sucedidos (e até me surpreendi) e reuniões com frases do tipo ‘chefe, preciso de um aumento agora!’, ‘senhor gerente, me despeça. Mudarei de cidade. Sinto bastante.’, ‘chefe, o senhor me desvaloriza! Não posso aceitar isso’. ‘Líder, esse erro não foi meu, o senhor me tratou mal e quero saber o por quê! Nunca fiz isso com sua pessoa’.
Assim, observei crescimentos espirituais e de maturidade. Coisas que não se consegue contar em uma só noite. Morei em um apartamento alugado, e sozinho, sem levar mulheres do mundão afora, como se faz normalmente quando se está solteiro (eu me valorizo, não vale a pena curtir e depois esquecer, torna-se fútil), por mais de 6 meses, em pura dedicação. Paguei contas como ninguém, passei por maus bocados com a imobiliária, de onde era difícil trocar peças do apartamento que já estavam quebradas quando entrei (mal o banheiro funcionava) e aquilo que queria juntar, quase não conseguia, devido ao Rio ser uma cidade com o custo de vida alto. Mesmo assim, economias foram feitas.
Foi o ano em que perdi mais de R$1500 no Mercado Livre (vulgo ML) devido a um projetor comprado, da EPSON. O vendedor tinha mais de 150 pontuações, e tinha conta em vários bancos com CPF…Só para ver, depois, que se tratava de um estelionatário que usava CPF de outro… e cheguei a entrar com uma ação no ML… fui à audiência e vi a juíza… ir em favor do ML por ‘falta de provas’ e ‘eu ter me arriscado, comprando sem seguro (o tal mercado pago)’. Depois de mais de 100 compras baseando-me nas pontuações e respostas dos usuários, foi a primeira (e última) compra no mercadolivre acima de R$200 com graves prejuízos. Em suma, peguei meu salário do mês inteiro, e joguei no lixo…
É normal ficar com eterna raiva, e pensamentos maliciosos aparecem, até. Começamos a desacreditar no ser humano. Mas me segurei. Deus perdoa sempre. O homem, às vezes, mas a natureza, nunca… E a maturidade, só sobe…
Observei que, por mais que batalhasse, e em uma rotina sem luz, em prol do crescimento, eu ainda não conseguia subir no emprego. Eu desenvolvia, tinha uma função, mas fazia outras, para melhorar a empresa, mas era como se ninguem valorizasse, nada. No máximo, um ‘Ivan, valeu’. Fazia testes nos computadores, e até era suporte, sempre trocando CDs, corrigindo/instalando softwares nos PCs de quem eu nem conhecia, e levando computadores de um lugar para outro (e isso já no mestrado!) .
Estava em uma função que não tinha plano de carreira, em minha área de Ciência da Computação. Alguns já tinham mestrado concluído e até doutorado. Notava uma certa desvalorização, infelizmente. Minhas áreas de pesquisa, idealizações de projetos, otimização de algoritmos, jogos, e todo um boom de idéias que entumesciam o cérebro, estagnaram. Eu teria tempo? Eu teria contato com a natureza, ou com paz no trânsito, para raciocinar? Por que, aonde ia, havia ‘farra’ e vidas noturnas não compatíveis comigo? Adicione tudo isso a ‘eletricidade a 330v’ em meus dias…
Passei a sentir muita falta da faculdade. Era uma época em que eu até era mais moderno, vivendo em bairros melhores. Eu nem queria ter apartamentos suntuosos ou mesmo um carro, eu me sinto bem em ambientes bons, limpos, com árvores em todos os lugares. Eu fazia cooper e pedalava mais vezes. E curtia o frio do inverno rápido do Rio.
Seria capaz de ser professor de uma faculdade dessas regiões. Gosto da área. E diga-se de passagem, seria um professor ‘pop’, e não aqueles metódicos demais, que parecem viver comendo livros. Não vale a pena. :( Talvez, no futuro, sendo influente, e defendendo teses…
E minha família, que não mais ia ao Rio? Poucas vezes, via meu irmão mais velho, que também falava de problemas, ansiedades e opressões no dia-a-dia…sempre me pedia algo, seja dinheiro ou algum equipamento de computador, como rede sem fio… e minha mãe, que vinha em um dia, para voltar no outro (ou as vezes no mesmo dia). Meu pai quase sempre ia junto, para beber… e deixar o apartamento, já pequeno, um lugar que não me sentia bem.
Opressões começaram a surgir, mais ainda quando aumentei o consumo de cafeína para produzir softwares militares e abafar tantas mágoas e uma desesperança. Chegou um ponto em que minha vida era ‘CASA-TRABALHO-CASA-TRABALHO-CASA’. Ficava o domingo na Internet, achando natural (pois me desestressava) e dizia: ‘trabalharei sempre, até aos domingos’, e até pensei em fazer um calendário próprio, para otimizar o trabalho, sem feriados! o.O. Havia me tornado um worakolic ‘forçado’.
Acabei, pela segunda vez durante minha vida, declarando ‘cancelamento de qualquer alimento com cafeína’, a fim de repor minhas energias espirituais, e gerar momentos de reflexões de vida. Trabalhar é bom, enobrece e nos faz úteis, mas…. quando todas as colunas caem? E em local errado, hora errada, meta errada? Sem poder juntar para investir? E sem um circulo saudável de amigos, ao menos compatíveis?
Nem 8 nem 80… Aliás, nem zero nem 100%. Ficar sem trabalhar é péssimo, é algo que ninguém, mesmo aposentado, deve pensar, pois pode viciar (ócio/envelhecimento rápido/tristeza e depressão mais comum/busca de diversão sem limites). Todavia, trabalhar demais é arriscado (perde-se a razão de viver e o por quê que, de fato, está trabalhando. É so para ganhar dinheiro e aumentar currículo?)

Observei também que o IME tinha tudo para dar certo. Era o mestrado que sempre quis, e havia sido bem selecionado. Havia feito uma ótima prova de inglês, e as redações do português eram bem produzidas. Trabalhos eram feitos e impressos por mim, encadernados com afinco. Seminários eram proferidos com entonação e busca de aprofundamento, não só ficando na superficialidade. Anotava no computador e no papel as outras palestras, para pesquisar mais depois. Ouvia-se ressoar de cornetas militares, o que incentivava a disciplina e o ideal de defender a nação. Almoçava em faculdades próximas, via pessoas no relento das árvores, e ouvia sempre o Mp3, para me energizar nas aulas de máquinas de Turing à tarde. Ouvia Led Zeppelin, Pink Floyd e outras que davam aquele momento ‘irado’…
Contudo, pela falta de estimulo à área que havia escolhido (algoritmos), pois queria pesquisar áreas ainda mais avançadas, aliado a tudo que falei acima, fez-me perder pontos até chegar à situação que, em uma dada tarde, com chances de continuar o curso, não poder ir à faculdade para tentar melhorar a minha nota, por ter emprestado a chave de casa a quem demorou mais a chegar. Assim, fui ao diretor no outro dia para mostrar as proximas matérias do semestre, ao que baixou os olhos e disse: ‘Ivan….sinto… você não adquiriu a média mínima. Chegou muito perto, observo sua persistência. Mas não poderemos aceitar. Seja bem vindo a tentar novamente uma vaga. As portas estão abertas’.
Assim, resolvo parar a minha vida. Todos de minha família foram contra. Mas não estavam dentro de minha mente para compreenderem. Foi feito um ‘pit stop’ sério. Mágoas e tristezas. É como se você desse tudo de si, mesmo a mil por hora, acreditasse nos amigos, dando atenção, saindo com eles, trocando ideais… para, depois, te ‘detonarem’, tudo por interesse… Pois querem é curtição, ter aquela ‘felicidade’ de máximo prazer. Quem é ‘um pouco fraco’, mesmo no momento (tristeza, estar mais só), e não tem tantos amigos, por necessidade de crescimento pessoal, é logo descartado.
Mesmo depois da ‘avalanche’, já em período de férias, a bola de neve estava imensa…
A necessidade de compartilhar vivências, a vontade de amar, a distância das pessoas que nos compreende…De qualquer forma, existem mágoas que precisam ser curadas, seja com a pessoa que poderá ser a sua mulher (ela te entenderá em tudo), com a família, ou quando nada está a seu favor, resta Deus…
E Bruno Bernardo, que pedala comigo no Rio, e cujas noites de internet nos saciava (eu não conseguia mais ter uma vida social ativa, além de ter que estudar até a meia-noite), dava-me atenção no MSN, rindo bastante e fazendo planos, e eu retribuía, com esperanças em pedalar distâncias longas em 2 bicicletas Mountain Bikes. Durante a minha estada no Rio, ele me mostrou muito mais do que ter um coração bom, ser honesto e perseverante.

Ele estava em um emprego repetitivo e pior do que o meu…trabalhava até aos sábados, e tarde! Mesmo assim, como sempre pedalei com ele, incentivávamos um ao outro a pedalar no domingo, e ocorreram os megarides ultra, ou ‘ultrarides’, e mais de 5 viagens acima de 150km, em pura aventura. Visitas às cidades históricas, sentimentos que rolavam enquanto chegavam em Nova Friburgo, e a primeira vez que ia a São Paulo em duas rodas.
Fôlego que não terminava, alimentação de frutas, água de coco, caldo de cana, como se fossem dois escoteiros a desbravar as estradas e avenidas… Muitas filmagens e mais de 100 fotos em cada viagem, diversidades, desafios, ajuda nos momentos difíceis (como furo de pneu), e sempre com finais felizes, sem tanto risco quanto à segurança. Fazia questão de me encher de capacete, coletes, apitos, refletores… Conseguimos bater o recorde de 403km duas vezes, e já não se tinha dúvidas que éramos atletas de muita energia. Éramos pessoas que irradiavam força e coragem. ‘É possível. É emocionante. E é indescritível.’
Voltando à retrospectiva…Foi o ano em que fui à Cachoeira Paulista, trabalhar por algum tempo e estudar para concursos. A minha vitória aqui foi relacionada à facilidade de entrar em um novo emprego. Burocracias de menos de 1 semana, e ter ficado em primeiro nos testes feitos para ser admitido. A busca do frio em Campos do Jordão, a busca da energia divina, seja chorando sozinho ou emocionando-me ao correr pelas ruas da cidade, ouvindo ENYA. Preferi ficar com minhas altas energias. Não precisava de ninguém naquele momento…Impossível existir alguem que nunca passe por essas fases. Digo que valem a pena. O amadurecimento requer ‘paradas’ para profundas catarses.
E, assim, foram dias em chácaras nas serras de São Paulo, noites com pizzas e jantares com sálvia, tardes na Internet, seja estudando, me comunicando, ou desenvolvimento algum código, e inclusive vendo pássaros e plantando mudas (!!? rs) no terreno de meus pais (pois gosto demais da natureza) ao mesmo tempo com aquele ideal e vontade de dormir em barracas em um camping ou escalar montanhas (não tive ainda oportunidade para comprar os materiais deste último).
O ano em que menos me adapto a cidades grandes e calorentas. E a busca do contato com o verde, que me fazia dormir até durante à tarde. Tudo isso (seria melhor se todos entendessem), é importante. É algo que a família, principalmente, deve compreender, e não soltar frases como: ‘ivan, ganhou licença prêmio? Vida boa hein?’ ; parentes: ‘ei, não fique no interior, volte! Aí você não terá nada!’; e até ‘amigos’: ”larga de ser idiota’, ‘vai fazer amizade com as galinhas?’, como se eles fossem o dono de minha vida e como se eu virasse uma pessoa rural e sem ambição nenhuma…
Cobranças ou não, observo que, no fundo, sempre NÓS MESMOS somos DONOS de nossas vidas, e batemos a cabeça várias vezes… Vivemos em tendências onde todos se comparam e há competições explícitas e implícitas. Os mais fracos são abatidos. A gente acha que os conhecidos (e até desconhecidos) estão sempre certos, como os artigos científicos com ‘achados’ como ‘antioxidantes, na verdade, não ajudam em nada no rejuvenescimento’, vistos no Globo Online. A gente quer acreditar no outro, mas depois se decepciona. Conselho é bom, mas quando estamos na batalha. E pior quando começamos a viver à força, entra em correntezas, e não sabe…mas precisa sair dela, ou vai se ferir muito.

‘O que está errado?’, ‘Por que sofro tanto?’, ‘Todos são assim?’, ’Estou no país errado?’, ‘Devo ir embora daqui?’
‘Quando paramos para refletir, não queremos que as pessoas nos joguem livros e livros de auto-ajuda, nos viva dando anti-depressivos (é a moda até entre famílias de classe alta…) e nos chame de ‘tadinho’. Mas que se tenha o lado humano. É a consideração. Coisa que não temos mais em uma vida cada vez mais individualista.
Devemos observar o NOSSO interior, renová-lo com Deus nos momentos difíceis (ele é fiel, se não fosse…), mesmo eu não sendo tão teísta… E olhar para dentro da gente, pensando ’o que devo fazer agora?’… Isto significa correr riscos, e acreditar na felicidade. E, mais uma vez, remando sozinho…
O ano termina com provas para concursos, uma amiga, que se dedica em sua vida, e que, quem sabe, pode se tornar um amor (o tempo dirá…)… Mas nada pode impedir carinhos
São gestos que jamais ferem. Como vê, ‘amiga especial’, para mim, envolve carinho, presença, e até cobrança (‘você me chamou e está com essa expressão por que?’). Não é aquela que ‘é especial e distante, intocável’, e mesmo ‘aquela meiga, super, que você a elevou, mas ela ri de você’. Neste caso, melhor que cada um siga a sua vida, e guarde no coração o melhor de cada um e qualquer momento que tenha marcado…E, talvez, nunca mais se vejam…
Se não é possível conviver no tato, no carinho, no sentimento…esqueça. E se amigos e familiares ficam dificultando tudo e colocando amarras, fique independente e mude de casa, ou também esqueça….
Mas, por favor, não desenvolva o ódio… Ninguém é perfeito. Deve-se manter a placidez e demonstrar a sua maturidade humana. Nessa guerra, só você levará o máximo do sentido da vida.

Agora, lembro os cães labradores e a gata lá da chácara… animais com um amor incondicional… Jamais te farão mal, a não ser que estejam com a doença ‘Raiva’…Não te pedem dinheiro por interesse, não olham falsamente, e não escondem sentimentos e verdades…
Com esse ambiente de descontração (e recarga), no nordeste de São Paulo, descerá a noite de natal no clima tropical da américa do sul (poderia ser inverno, não era?), com carências (ainda mais com a avalhanche na tv de filmes emotivos, e mesmo de desenho animado, no natal, em casas grandes e cheio de gente querida) e com a família dispersa… Um natal onde, mais uma vez, tendemos à nos comparar e nos sentirmos sozinhos e inferiores. Observar casas repletas de banquetes, filhos brincando, luzes, músicas, modernidade e essência espiritual do momento. A noite em que casais vão unir o amor máximo e se prepararem para um novo ano.
Porém, todos esquecem o verdadeiro sentido do natal. Aqui, o natal será, acima de tudo, em luz baça, tranquilo, com alimentos integrais, com muita moderação, e com eterna gratidão pela saúde, pela integridade familiar, e pela entrega deste ano a quem, no universo, tornou possível a nossa existência (Deus). Lembro que Jesus veio ao mundo da pior maneira. Pobre, e quase que abandonado em uma manjedoura. Ninguem queria ajudar. No Brasil, há casos piores (pior que sim)… infelizmente…E isso nos faz, depois de tantas ‘retrospectivas’, saber que ainda há esperança de ser feliz, o que não requer ser rico e ‘boa pinta’, mas persistência e mesmo aquele gostinho de desafio.
E os sentimentos…o homem nunca assume na frente dos outros (ele é machão…) Que ingenuidade!

Agora, na natureza, e sem cafeína e correrias, preencher-me-ei de novas energias. 2009 poderá ser um ano sem estimulantes para mim, em prol de uma vida a 9 volts? 2009 poderá ser um ano de artes, com pinturas de quadros e piano? 2009 será o ano de uma nova faculdade? Ou continuarei a correria do mercado, sozinho, em um mundo onde me sinto o ‘patinho feio’, seja por ser o tal ‘índigo’ (altas energias espirituais retidas e idealizações), ou por viver outra época, ou….por acreditar em puros romances?
2009 será o ano que poderei ser mais alemão do que já sou. A começar pelo idioma e pelos sonhos que tenho tido fora do país. Parece pouca coisa, mas não para quem passa por tantas mudanças de cultura… E seguindo o anti-determinismo…Imagine você andar vestido de mevieval e falando em latim, no sambódromo do Rio de Janeiro? Ou ser pesquisador de energia eólica, levando laboratórios e carros movidos a energia solar, na praia de copacabana em dia de jogo do Flamengo? É mais ainda do que isso….

Aqui uma reflexão: a felicidade, a cultura aprofundada de tempos remotos, dança e a mística do amor, hoje tão deturpado pela diversão sem limites e sexo fácil …
E sem falar no amor… alguém, compatível, que possa me compreender, e receber todo o amor em mim… e querer compartilhar isto, até com emoções fortes envolvidas e uma sensação de estar em outro mundo, que repara, que cura, e que abraça com lágrimas… parece mágico… e impossível?
Vivo persistente que, depois de aparentes derrotas, vêm vitórias, que geram felicidades verdadeiras
e sem deixar de manter os grandes desafios, alguns até envolvendo uma vida no exterior.
Pois, morar no Brasil, para mim, requer estilos de vida altos. Mesmo que trabalhe 24 horas por dia.

Assim, entrarei em 2009 com escudos de defesa, a percorrer mais estradas. Só espero que sem me basear em estimulantes, no ambiente em que estou, em trabalhos que possam oprimir/te desvalorizar, e em pessoas distantes que alimentam esperanças mas depois…
E ter colunas mais fortes…
E cresce, Brasil! Um país continental que tem tudo para armazenar todas as culturas, das superficiais às mais profundas e milenares!
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Enquanto os dias passam, muita mudança pode ocorrer….Eu estaria…conformado?
Hoje seria mais um dia igual, desse ‘começo’ de férias (já faz mais de 15 dias), mas o cooper ajudou a me elevar….percorri 17.5km, ao longo da cidade de Cachoeira Paulista, em 1 hora e 25 minutos
Mas, dependendo do tênis, essas corridas podem fazer muito mal….tenho receios demais de ter dores no joelho e o impacto danificar os tendões… pedalar sempre foi melhor para mim…mas não dá tanta energia e endorfinas…
Verifico que as férias são importantes…. depois de tantos anos trabalhando e com correrias de me formar, e fazer cursos profissionalizantes, hoje ‘volto à mim mesmo’ e me vejo com 17 anos…Realmente bem jovem…querendo rock, curtir as tardes de forma mais ousada, e fantasiar (sem drogas por favor né! hehe), como se o tempo não mais terminasse, e a vida fosse eterna…
Aqui, queria contar a história que me fez gostar de pedalar e chegar a um nível tão alto (e sinistro, até) para mim e o grande Bruno Bernardo, meu amigo e colega do Rio.
Tudo começou em 1987, na nostálgica Rua Fausto Cabral, Papicú, Fortaleza-CE, onde eu morava e tinha 6 anos de idade… havia ganho uma Monark e pedalava 1 km… achava looooooonge…. hehe, e não era bike de rodinhas.
Em 1989, com uma bike maior, dava voltas no quarteirão…cheguei a fazer 6km por dia. Jogava bafo (aquelas figurinhas) e videogame com amigos em casas próximas. Tinha vezes que ia até o fim da Avenida Alberto Sá, subida uma ladeira, e descia…
Em 1991, ganhei uma magrela usada… era uma Caloi 10, um pouco surrada, e meu irmão usava muito pouco (só assim para me dar hehe). Mas foi roubada, quando eu pedalei 10km, no asfalto, pelos ‘fundos’ do bairro papicú… tinha cortiços e um ambiente de receios…nao consegui voltar a tempo. Felizmente só o roubo ocorreu. Mas chorei e gritei, até mesmo com fúria…ninguem gosta de perder nada….
Em 1994, morava perto da Beira-mar. Eu tinha uma outra bike, de ferro. Pedalava 20km pela Beira-mar, e começava a participar dos chamados NIGHT BIKES….a inscrição era R$4 (no tempo em que o plano Real começou) e era de 20 as 23 horas. As vezes passava da meia noite….Sempre envolvia distâncias entre 20 e 30km, e tinha muita gente bonita, proteção policial, vendedores de sucos de laranja, e até ambulâncias. Estava ‘bombando’ a era das musicas DANCE. Até aquelas músicas ‘dadari, darara, dadari…’
Eu saía da beira-mar, muitas vezes sozinho, com meros 14 anos, e ia até o ponto de encontro. Uma vez ia sendo assaltado perto do Iguatemi, mas felizmente um carro de polícia passava… eu usava walkman e ouvia musicas FREESTYLE o tempo todo
como BIZARRE INC. Eram noites incríveis. Fazia determinados amigos, mas ficava muito sozinho, pois eu era muito na minha… isso desde os tempos de colégio…
Fui a umas 11 night bikes…. algumas ainda tinham atrações adicionais de patins, em Fortaleza. Mas eu ía para casa. Até hoje lembro de uma, onde voltava do Forte de Nossa Senhora, com poucos integrantes, e ouvindo ALL THAT SHE WANTS.
Entre as night bikes, pedalava perto de casa, e até ia ao colégio. Colocava corrente, e ia à aula. Mas também ia à pe´. Uma vez fui assaltado e me roubaram um relógio preto, desses grandes, que tinham 3 ‘círculos’ de minutos, segundos, centésimos… nem era caro mas provavelmente essa ‘carencia’ policial da Fortaleza que crescia a cada dia, me fazia pedalar mais rápido, e atento!
Em 1995, depois da minha primeira decepção amorosa (onde nem rolou beijo, rs), coisas de adolescente mesmo, e de ir em uma loja da CALOI, dias antes para comprar um velocímetro da CATEYE, 6 funções apenas, resolvi pedalar na beira-mar a tarde inteira. Dei 6 voltas. Como cada ida e volta dá 6km, completei 36km em 2 horas
Média 18km/h. Era uma forma de me valorizar, ante às épocas em que parece tudo dar errado. Falava para todos os meus amigos e colegas desses passeios distantes. Mas muitos ainda zoavam ou me caçoavam
. Nao acreditavam…
Cheguei a comprar outro velocímetro, pois o primeiro quebrou. E depois, um terceiro velocímetro, de ponteiros, daqueles de mobiletes… até quebrar o ponteiro nos 60km/h na descida da Barão de Studart.
Passava a pedalar em todos os lugares de Fortaleza, desde a Praia do Futuro, passando por toda a avenida Dioguinho, até a Petrobrás, passando no bairro Serviluz e Meireles. Cheguei a ir às aulas de inglês britânico de bicicleta, que eram nas casas de cultura da UFC. Eu acabava ficando um pouco misterioso para meus colegas, que, bastante sociais nas aulas e cursos, faziam atividades bem mais interessantes…
Em um dia triste de 1996, em tempos de provas difíceis no colégio, eu peguei a bike, que tinha luzes nos pneus e um arranjo de pilhas que fiz em casa, e dei 10 voltas na beira-mar. 5 voltas entre 9 e 11 horas da manhã, e 5 voltas entre 15 e 17 horas. 60km marcados, média beirando os 20km/h! Esse dia marcou a minha estada em Fortaleza durante muitos anos…
Em 1998, meu irmão trouxe uma bike, a Caloi Aluminum (que até hoje, em 2008, possuo). Mas preferia caminhar ou fazer cooper, principalmente depois de setembro, quando engordei bastante. Agora era a hora de manter a saúde em alta
Sempre!
A bike nao tinha velocímetro. Eu pedalava pouco, só para emergencias, até que comprei mais um velocímetro e voltei a me estimular com distâncias e médias.
Eu tinha um hábito de beber pouca água. Havia comprado uma garrafinha apenas, e mal a bebia. Com o tempo, fui comprando adicionais, e levava no quadro da bike. Era dificil tirar várias garrafinhas, era tudo junto hehe. Eu não costumava parar para beber água de coco ou sucos…eu queria sempre ter tudo à mão. E nunca tirava fotos ou fazia vídeos… mas não saía sem o velocímetro. A única coisa que me estimulava eram os quilometros rodados
Nesse tempo, também pedalava 10km ‘sem ciclos’, só de ida… até a Oliveira Paiva e a Universidade de Fortaleza, pois tinha amigos lá e eu gostava de jogar doom2, duke3d e quake na casa deles… eles ouviam muito rock e metal, e eu curtia demais, eu saía bem mais nessa época, mas nao deixei minha prioridade em estudar, e aprender inglês.
Não mais tive riscos de ser assaltado (Fortaleza sempre teve esse problema… são pessoas ‘à espera nas ruas’, em qualquer lugar, querendo fazer o mal)….
Essa é a Engenheiro Santana Junior…mudou 600% depois da Adminstraçao de Luizianne… poxa… eu gostava quando era uma avenida reta, de buracos e quente….hehe (pela NOSTALGIA, e não pq é melhor)
Assim, parei de pedalar um pouco… a bike azul até começou a enferrujar. Mudei-me para o Rio de Janeiro no fim de 2003, e a bike, uma outra que tinha comprado em 1997 mas usada pouco, estava com pneus secos e com teias de aranha!
(Hoje a bike preta é de meu irmão (sim ainda anda! hehe, mas nas ruas cariocas, so para passear) A caloi aluminum, tinha sido levada pelo meu irmão para o Rio em 2001, a qual acabou voltando para mim)

Os anos iniciais do Rio foram como se tivesse nascido novamente. Nada era a mesma coisa. Cinemas do bairro Cinelândia, caminhadas no aterro….Subia o Pão de Açúcar a pé, e me aventurava correndo até 24km, pela orla carioca inteira. Fazia meia maratonas para manter o peso. Não podia ficar muito tempo parado, ou engordava e até ficava desanimado com os dias. Eram os tempos em que o ‘RIO mp3 chegava’ (mera coincidencia de nome), mas era caro no começo (mais de R$700). Acabei esperando um pouco e comprando o IRIVER de 128mb por R$600. Enfim, abandonava os walkmans. Era a época de crescimento profissional, onde até virava noites para estudar.
Em 2005, comecei a pedalar com um grande grupo que conheci ao acaso, quando procurava uma comunidade no orkut de bicicletas. Antes, pedalava sozinho até copacabana. Depois, passei a pedalar 25km com eles, dando também a volta na Lagoa Rodrigo de Freitas. Muita gente interessante e que nunca me esqueço (Marcus, Simone, Márcia, Eliel, Marcinho, Marcelo, William, Diego, e outros). Depois, o grupo começou a fomentar passeios maiores (40km), como na Mesa do Imperador, Vista Chinesa e Cristo Redentor. Até quando tive a idéia de ‘achar um novo caminho para as Índias’, isto é, à Barra da Tijuca.
Nessa época, comprei uma camera AIPTEK, que chegou a durar 3 anos de intensos filmes que fazia sozinho ou com a turma. Acabaria virando o cinegrafista do pessoal, temporariamente. E , com a atenção já ganha dos assaltos em Fortaleza, aperfeiçoava o uso da câmera em uma só mão, com velocidade.
Para chegar à Barra, Tentamos pelo Tunel Zuzu Angel mas era perigoso por causa do trânsito. As garotas que pedalavam não gostavam nada disso. Acabou ficando para os caras… Todo domingo, tentávamos ir por um caminho diferente. Em um deles, quase batemos de frente com a favela da rocinha. No terceiro domingo, eu e mais 4 subimos Paineiras, e, descendo pela floresta da Tijuca, chegávamos à Barra, em Abril de 2005, pela primeira vez em mais de 7 anos, batendo o recorde pessoal de passeio de bike: 62km, envolvendo uma ida de 30km e uma volta de 32km (e não fazendo circuitos fechados, como na Beira-mar, nostálgica mas que agora ficava a 2980km…)
Houve viagens maiores, como em Niteroi, mas acabava ficando mais isolado ainda. pois o povo achava dificil, exagerado, estressante e/ou anti-social pedalar distancias muito longas e desgastantes… Eles estavam certos. Realmente era para poucos. A galera curtia um passeio social, por que essa ânsia de distâncias? Mas era legal poder chegar em praias diferentes, e sentir-se em outra cidade, até
Em agosto de 2005, depois de ir a Camboinhas (65km) conheci Bruno Bernardo, e já conhecia Diego Cuinas, da faculdade de computação, e passeávamos na Lagoa e arredores. Começamos a subir a Rua Alice até o Cristo Redentor. Geralmente, eu e Bruno. Em uma terceira ida às Paineiras, perto do Cristo, veio àquela vontade de conhecer Petrópolis…só a ida daria 70km….. será que conseguiria bater o recorde? Eu perguntava a Bruno, inclusive era dia do aniver dele…
Em suma, SIM! E não só a ida, mas a volta também!! Eu havia ganhado de meu pai um uniforme de ciclista, que só usei 3 vezes ao ‘brincar’ de pedalar 10 a 15km no Rio, mas neste dia, resolvi experimentar
Era da TREK, e meu pai usou apenas uma vez, para ‘treinar’ até copacabana, onde mal fazia 15km e voltava exausto.
No dia 11 de setembro de 2005, depois de ligar para alguns membros do ciclistas do Rio, 3 foram à viagem. Todos se reuniram na famosa ‘pirâmide’, monumento a Estácio de Sá, no Aterro, às 6. Mas Fernando, o louro, desistiu antes de Xerém, e Adilson, PH e Bruno, foram até Petropolis. Na volta, ficaram Eu, Bruno e Adilson, pois PH sofreu uma queda na descida da serra (santo capacete!) Fiz 155km!! Depois desse dia um pouco sinistro (devido as Torres Gemeas), vieram treinos e mais viagens!
Eu também havia comprado uma Caloi Fitness em 2006, onde, também até hoje (2008) está comigo. A bike foi adquirida com muito suor do trabalho de estagiário… Estava na área de desenvolvimento de sistemas. O que? Um acadêmico pedalando longas distâncias na doida por aí? A princípio era mais ou menos isso! Mas fazer o que?
Se ninguém começar, ninguém começará por você…
Foi necesário outro mp3player de 1gb, e as viagens foram aumentando…Petrópolis, Teresópolis, Cabo Frio, Nova Friburgo, Barra do Piraí, Grumari e Santa Cruz, Angra dos Reis, a Volta das Serras (Itaipava), Nova Friburgo 2…. puxa vida! Era viciante! E eu ficava marcando nas homepages que criava, e chamava de ‘megarides!’. E, enquanto isso, tome concurso, tome provas de vestibular, e até mesmo um mestrado (haja tempo e cabeça!)
A décima sétima viagem, no dia 16 de agosto de 2008, e a décima oitava viagem, no dia 13 de setembro do mesmo ano (quase o dia sinistro de novo!!) foram dias em que fiz mais de 430km em menos de 24 horas (434km e 450km respectivamente).
Havia, pela primeira vez, depois de 5 anos no Rio, conhecido São Paulo, mas de bike! Só que havia saído de uma cidade do interior, quase na fronteira Rio-SP…..contudo, como foi ida e volta, ultrapassou a distancia de Rio-São Paulo, nas estradas brasileiras!
E o caso ficou sério a ponto de bater o recorde do Rank Brasil:
E acabei sem querer, virando notícia, com o Bruno:http://www.rankbrasil.com.br/Site/Materia.aspx/?JB_Online:_Jovens_tentam_bater_recorde_de_500_Km_em_viagens_de_bicicleta+124&Grupo=2 e na revista do lance A+ de outubro:
Meu Deus…Até onde havia chegado? E como? Que energias são essas?
E agora? E o futuro? o.O Nem mesmo os megariders sabem! O site www.megariders.net se tornou a união de viagens longas de mim, do Bruno, do Diego e outras pessoas que, assim como nós, tiveram sucessos no pedal , mesmo sozinhos, e um dia, sonharam em pedalar distâncias absurdas, mesmo se, no começo, nunca pensaria que, seja por esporte, brincadeira ou para descontrair numa tarde, e ainda desacreditado por muitos, iria chegar a tanto…
Mas continuo, mesmo assim, pedalando socialmente mas… não nestas semanas… estou em clima de … decisões… Continuar a pedalar distancias longas? Fazer outras atividades e aposentar o pedal? Mudar de país para poder avançar ainda mais? o.O
E engraçado que, comigo, tudo começou na Avenida Beira-mar, onde eu pedalava ouvindo naquele walkman pesado… para esquecer uma determinada garota que não dava bola, ou até aquelas horas em que não nos damos bem com nossos pais… Interessante
Mas sinto falta….realmente, o passado parece mais mágico que o presente…Os tempos mudam, vamos envelhecendo…precisamos trabalhar cada vez mais, a cada dia… o tempo parece correr mais rápido… Então, vamos pedalar!
Vou indo, abraços pessoal
Publicado em GERAL | Tags:ivan historia bike megarider cachoeira paulista cooper
Este é meu primeiro post no sistema. Antes, usava o fotolog, mas era esporádico….
Hoje, o dia foi centrado em novas tecnologias de desenvolvimento com Ruby on Rails….eu , como desenvolvedor em C/C++, e depois HTML com PHP (e mais nomenclaturas…), estou em uma área nova na computação…. Mas é uma pena que é mais tecnológico que científico….
Eu gosto de informática. Delicio-me por código, por barulhos rápidos ao teclar, e por ver o sistema funcionando, com links, icones ou janelas que aparecem, de forma rápida e enxuta
Mas realmente, não posso viver apenas disso… Eu era para estar criando mais músicas ao piano; meditando; pintando algumas figuras…. coisas que gostava de fazer…. Mas que voltarão a ser feitas
Já vai fazer 15 dias que percorri, de bicicleta, os tais 450km, tão falado ultimamente, de Cachoeira Paulista até São Paulo… Foi realmente algo do outro mundo. Foram duas viagens recentes de mais de 430km, ambos em menos de 24 horas. Fiquei abismado ao ver o interesse da mídia
Eu e Bruno agora precisaremos planejar mais viajens longas… o ciclismo vicia
O site é www.megariders.net …antes vivia no meu servidor de casa….só agora que pus online, em definitivo, com total link dedicado 24 horas.
Ops….a quilometragem fica piscando, acabei capturando um quadrado preto na distancia :S
Sobre a cidade…A questão é que estou gostando de Cachoeira Paulista…. morei no Rio por quase 5 anos, mas tive decepções o bastante…. além do calor, e da falta de convívio social de nível compatível… É uma cidade que ‘precisa estar no contexto’, para realmente apreciá-la…
Vivo com meus pais atualmente, mas estou com 1 terreno em meu nome
Foram muitas batalhas para tê-lo… e até noites sem dormir… Agora, já penso em ter um segundo terreno…Esse não seria do lado de meus pais, mas em uma rua próxima…. hmmm mas será que não é bom construir o fundamento de um bom chalé, no primeiro terreno logo? Isso só o futuro dirá….
No final de semana, irei para São Paulo, pela primeira vez, de carro (hehe, depois de 2 vezes indo de bike)… para conhecer… ruas e pessoas
Preciso de novos ares… e acreditar que dá para criar um mundo europeu (e japonês?) em um país onde, cada dia mais, constato ser melhor para viver, em momentos onde, lá fora, há guerras (Iraque, Geórgia, e as guerras intrínsecas em grandes favelas e nas fronteiras), atentatos, conflitos religiosos, tsunamis, terremotos, furacões e atiradores…. Mas…. por enquanto…. estou em busca da natureza…. e quanto mais fechada e rica em verde….melhor…
Reitero que, ser um indigo, nao é fácil (detectar ser um índigo, menos ainda!) E ainda mais em locais em que parece só trabalharmos… viemos para ralar. E não para amar, para criar, sentir a brisa, e ter dias radiantes…